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Comunicação Não Violenta não é "falar fofo"


Comunicação Não Violenta não é "falar fofo"

Comunicação Não Violenta não é "falar fofo"


Por vezes, a Comunicação Não Violenta (CNV) é entendida como "falar de forma educada”, "ser delicada(o) com as palavras", ou "uma forma de esconder as verdadeiras emoções".


CNV não é isso.

CNV é clarear os sentimentos e necessidades, e expressá-los de forma honesta e humilde.


CNV é honrar sentimentos e necessidades do outro, através de respeito e compreensão.


CNV é manter a humanidade viva (a nossa e a do outro) sem rótulos que possam distorcer a conexão.


CNV é lembrar que o humano tem limites e impossibilidades, e que eu e o outro somos esse humano.


CNV é honrar a intenção que coloco em cada palavra dita, em cada ato realizado, entendendo tratar-se do fio condutor para uma comunicação com ou sem violência.


CNV é assumir a responsabilidade por minhas escolhas, sentimentos e necessidades, libertando o outro do lugar de algoz ou de culpa.


CNV é tornar a vida (a nossa e a do outro) mais consciente e autêntica através da comunicação.


Por psicóloga Flávia Vieira

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